sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Sexta feliz aos montes

Pra não ser injusta com as cheinhas, aí vai a Brooke Elliott, modeling para as supersized.


Como se vê, ela tem as curvas no lugar, é só uma questão de você saber o quanto de curvas te faz feliz.


Acúmulo e abundância. Pra quem tem um passado de fome, tá na medida.

Happy Friday do Jopz



E pra vocês, amigos do bumbum alheio,
aí vai uma sapecada de olhos no bumbum da Stacy Keibler, do finado seriado de tv What About Brian, do qual eu muito gostava mas que, como tantos outros, acabou miando.


Okay, tudo bem.

No lugar da Stacy Keibler, podemos ver agora Drop Dead Diva (Brooke Elliott), Mike & Molly (Melissa McCarthy), ou Harry's Law (Kathy Bates), as três juntas perfazendo uns 300 ou 400 quilos.
Tem pra todos os gostos.


Jopz, só não repare que o topzinho da moça está meio esburacadinho, tá?

Compartimento Secreto: amei esse blog

Fui visitar o muito ótimo blog de La Vanu, o Admiradores de Varais e, em lá chegando, deparo com um esse post:


que me levou a Margot Félix, capitã deste blog



... onde eu tive o prazer de ler este texto:

"Ontem estive a tarde inteira sozinha em casa e tive um susto. De repente - sem aviso - eu senti o silêncio. Ouvi o silêncio.

Uma qualidade de silêncio que só recordo de ter sentido, na minha infância, em casa da minha avó, num lugar que não havia luz elétrica e assim, as caixinhas de fazer barulho - televisão, rádio, computadores - não faziam parte daquele ambiente. Por isso eu digo que a qualidade do silêncio era outra. Para mim, aquilo era silêncio puro. Ouvir o cacarejo de uma galinha, o chocalho da vaquinha a pastar, o rápido rastejar de uma lagartixa fugindo do gato, a manga que caía sobre as folhas secas no chão, o grito de um menino ao longe. Barulhinhos naturais que compunham um silêncio precioso. Hoje isso tudo é tão raro.

O silêncio de ontem me arremessou a essas memórias. O tempo havia parado, nada (ou tudo) acontecia lá fora. Nenhum barulho artificial se infiltrou mais que um minuto naquela calma. E pude ouvir com imensa nitidez o pio de um pássaro. O vento coreografando a dança das árvores e outras plantas. Os gatos ressonando. A água fervendo para o café. O aroma do café. O correr dos meus dedos passando a página de um livro. Os meus pensamentos.

Não sei quanto durou esse momento taciturno, mas sei que foi suficiente para eu constatar que estou vivendo dias acelerados, passando por horas que voam e não percebo..." Leia mais aqui

Tive uma epifania, sério. Voltei a ser, por um momento, a Sandrinha que a vó Canda chamava, convidando para deixar o quintal e vir tomar o café da tarde, o bendito e indefectível café da tarde.

Adorei. Obrigada, La Vanu, por esse garimpo.
Obrigada, Margot Felix, por tantos posts bacaníssimas.

Blogger tem parte com o Diabo

Prestaram atenção que agora tem um "mensageiro dos ventos", um chime, um sininho, no canto superior direito do header? Adoro esse sonzinho de sinos.

Certo. Eu tinha baixado ele há trocentos anos lá do Kuru Kuru, e necas. Agora, sem eu fazer rigorosamente nada, ei-lo aí.

O demorô porque a terra dos japa é do otro lado do mundo, o esse tardi Brogger tem parti co Satanais!
Imagem: blog Satanás do Inferno. Curti.

Sou gato, durmo onde quero

O grande artista polonês-curitiboca Claudio Boczon, do blogão underground Porão Abaixo, certa feita (© prof Rolf Koerner Jr, da Federeca) me mandou um mail cheio de gatchinhus ultrafófis, dormindo em lugares os mais inusitados (pra nós), o mais mais de todos sendo, obviamente, este que ora vos posto, o Amigo do Peito. Sortudo, segundo o Bocz. Firefox, segundo meu teen.

A que vem o replay? Sodadi do meu gatchinhu que sumiu. Ainda fico triste por ele. Outra noite chorei bastante, pensando em quantos gatchinhus somem da vida da gente. Coisa triste.

Se eu pudesse, Americo Pisca-piscamente, reformar o Código  do Deus, fazia uma lei que só cãos e cãs podiam (e deviam) sumir da vida da gente.

Safe browsing: Nervosa sim, mas com proteção

Bom, então assim: toda vez que eu tentava entrar no blog, aparecia este WARNING bem pavoroso, dizendo que o Nervosa continha coisas do Waldez, e que o site dele, do grande cartunista Waldez, estava distribuindo um malvado malware e que, em decorrência disso, dar um rolê no Nervosa representava um perigo para a sua máquina Nuóssa! Olhaí:



Warning: Something's Not Right Here!
nervosa-san.blogspot.com contains content from waldezcartuns.blogspot.com, a site known to distribute malware. Your computer might catch a virus if you visit this site.
Google has found that malicious software may be installed onto your computer if you proceed. If you've visited this site in the past or you trust this site, it's possible that it has just recently been compromised by a hacker. You should not proceed. Why not try again tomorrow or go somewhere else?
We have already notified waldezcartuns.blogspot.com that we found malware on the site. For more about the problems found on waldezcartuns.blogspot.com, visit the Google Safe Browsing diagnostic page.

Aí tentei acessar o blog da Lina e pintou o mesmo terrorismo por lá.
Moral: o dito pelo não dito, achei melhor tirar os links pro Waldez e pra Lina, por um tempo, até a coisa ficar normal de novo. Sorry, amigos. Não me interpretem malware.

Malware: gostoso como um abraço de urso

Aí embarquei numas de mudar o visu do blog mas não terminei a reforma. Preguiça e trabalho me impediram. Esse template está um cocô puro. Paciência, qualquer hora eu termino, faço tudo direito. Por enquanto vai assim. Agradeço a compreensão. Respondido, my dear Louie? Demorô, sorry.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Toooooooooosco!

Cúmbalo da enfelecedade: ser Miss U com essa cara de... jacu.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Suddenly thirteen


Google faz 13 aninhos. 

Sabidinho, não?

Imagine quando tiver 30.

Long live, Google! 

Bom, eu gostcho.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O jogamento (fora) de Otelo



Então, na sexta à noite fomos assistir O Julgamento de Otelo. Tratava-se da reedição de um teatrinho já feito há 50 anos pela turma da federeca, onde divogados fazendo o papel deles mesmos e mais um ator fazendo o papel do Mouro de Veneza, fazem de conta que vão julgar o dito cujo, o qual, segundo Shakes, incitado pelo coisa ruim-invejoso-fio de uma mula do Iago, mata sua esposa pretensamente infiel, a Desdêmona. Mais não digo, quem não souber infimamente dessa história, faz favor, pergunte ao Gúgol.

Ó céus, que cocô! Estou até com preguiça de pensar nisso de novo, portanto vou colar abaixo um comentário que eu deixei na publique ideias ponto com, o qual eu nem sei se eles vão publicar mesmo, pois eu desci a lenha (ó que novidade, não? como diz o Poeta: "você quando não gosta de uma coisa, vai na jugular do cara e só solta depois que mata" ahahahahahaha é verdade. nem ligo).



Horrível. Mal feito. A história foi “contada” por todos os que abriram o “espetáculo”, umas três ou quatro vezes em seguida, como se ninguém conhecesse a tal obra de Shakespeare. O tal advogado carioca foi um castigo, pretensioso e chato. As falas do Otelo não tinham nada a ver com as perguntas. Isso sem falar que, talento ali pra interpretar Shakespeare, nem na próxima encarnação. Tudo muito mal planejado e mal dirigido, um verdadeiro xarope, sob medida pra deixar a platéia louca pra ir pra casa.
Pra não ser injusta digo que isso tudo aconteceu na primeira parte. Depois não sei se o Jacinto Coutinho conseguiu dar uma melhorada na situação. Aproveitei o intervalo e fui embora. Mas duvido muito que tenha melhorado, pois estava um desastre total.
Advogados brasileiros são insuportáveis. Se acham o máximo. Dê a eles uma tribuna e veja no que dá: disparam a falar qualquer coisa, nada a ver com o assunto, contanto que possam ficar horas e horas torrando a plateia com aquele papo brega-forense dos tempos dantanho, que eles consideram a maior maravilha.
Isso tudo sem contar o absurdo de alto que estava o som antes da encenação, ABSURDO, com uns vídeos repetidos da OAB, da história do Otelo (de novo) e o fatíco merchand do fatídico Professor Luiz Carlos, o vendilhão de cursos.
A única surpresa foi esta: tudo foi incrivelmente pior do eu esperava. Teatro em Curitiba? Esqueçam!
O seu comentário está aguardando moderação. *


* vamos ver se os moderadores vetam o meu comentariozinho vampiresco.


Em tempo: a arte do Solda tá linda. O cartaz foi o que prestou na história. Parabéns, Soldinha! E vê se responde meus emails, seu maluko malcriado!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Para acalmar o Jopz


Gentem, meu plano maquiavélico de tomar um café e retornar ao post, como ces viram, miou.

Chicotinho do Sinhô Leôncio impediu meu objetivo, cândido e lúdico.
Vai ficar pra outra hora, que amanhã, já tá miado.
Mas pra acalmar a síndrome de abstinência de Happy Friday do Jopinhoz, aqui vai uma imagem meiga.
A-do-rei esse suti do Andres Sarda, um dos melhores designers de lã gerri que eu acho que conheço.
E acho que o Jpoz vai curtir, não a peça em si, mas o resultado geral. Lindinho, não? Amei o detalhinho "agent provocateur".
Um deleite (ooops!) estético, diria o Poeta (grrr!)
Certo, Djoupz?
So, happy Friday, guys and girls! See you soon.

Vocês me perdoem. Ou não.

Cês sabem que eu sempre tive com o Deus aquela manjada relação de amor e ódio. Melhor, não bem ódio, mas uma perplexidade consumidora de paciência, assim, insuportável, com as decisões do Almighty. Acho Ele muito prepotente. Aliás, nem podia ser diferente, podia? Quero dizer, ponha-se no lugar dele... O cara faz tudo, desfaz tudo, a seu bel prazer... Manda em tudo e em todos... Faz o diabo, literalmente.

(gentem, vejam como eu tô sendo bloguisticamente boa hoje: estou trabalhando desde cedíssimo, Sinhô Leôncio tá de chicotinho novo, meu estomaguinho tá ardendo de vontade de tomar um café com leite, broa, manteiga, queijo e mel, e talvez um suco de laranja lima e uma fatia de papaia e eu aqui, ó, postando essa pensée entre um serviço e outro, que ninguém é de ferro, nem o Marechal Deodoro da Fonseca, perna fina e bunda seca, como a gente dizia na escola risonha e franca, porque de ferro era o Floriano, pelo menos é o que dizem - percebam que eu hoje estou mais besteirenta do que nunca. é porque está armando pra chuva e eu adoooro! não sou santa Bárbara nem Iansã, sou apenas San, mas adoro um temporalzinho. voltando à cold cow, vou dar um pit e tomar um café no capri e já volto pra completar a pansée, me aguardem, não sejam aflitos, tepeêmicos e coisas assim. ya vuelvo, ritorno presto, I"ll be right back, guentaí)

Thanks e Welcome

Quero agradecer a seguição da Beatriz, essa pessoa que tem nome de amiga e prima queridas, que não descobri quem é mas gostei muito.
Caras, fico bem felizinha de ver que, apesar de eu ter estado ausentíssima nos últimos meses, vocês continuam vindo aqui no meu mocó, e o número de seguidores até deu uma crescidinha.
Valeuz. Me sinto abraçada e carinhada por vocês. Brigadinha... Bjuxxx

E, em homenagem a Beatriz, essa belezura de melô, do grandíssimo Chico poeta, mais o grandíssimo melodista, arranjador, instrumentista, essa coisa toda, que é o Edu.
Graças a Deus - ou ao Diabo - eu tenho na minha vida essa coisa toda, assim não morro de inveja da Beatriz da melô.
Mas dá uma canseira, das veiz. É muita artistiqueza pra gente lidar. Mulerada, fiquem frias. Não é fácil gerenciar tanta sensibilidade. Noves fora, compensa. Pero hay que bambolearse!

Curtamos, pois, essa coisa linda que é Beatriz.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Hullo, everyone!

Só proceis saberem que eu ainda não tô morrida, como diziam Os Meninos*, aí vai uma postadinha.
Mas primeiro: Oie, gentem! Como vão voceis? O que andam inventando por esse mundão de meu Deus?
Andam trabalhando?
Fingindo que estão trabalhando?
Procurando trabalho?
Fingindo que estão procurando trabalho?
Fazendo uma coisa legal?
Fingindo, blablablá?
Ou andam coçando, ensebando, bocejando, se arrastando no tédio nefando que esta vida nos sapeca, sem dó nem piedade?
Eu, tudo isso. Todas as alternativas estão corretas. E ainda falta coisa.

Caras, eu ando com um saco fenomenal!
Não sei se sou muito high standard nas minha abobras mas, o fato é que, vira e mexe, estou de saco cheio com todas as coisas. Sabem o que é to-das?

Amaury L, de saudosa memória, uma vez lascou uma fala que eu, pequenininha ainda, achei um abuso mas, depois que cresci um pouquinho, concordei. Disse o figura:

- Eu não conseguiria passar a vida inteira casado com a mesma mulher, a não ser que ela um dia levantasse de cabelo verde, outro dia de cabelo roxo, ou rosa shocking, qualquer coisa assim. Que não me entediasse com a mesmice da sua cara!

Há, nessa afirmativa, ao menos duas injustiças cômicas:

Primeira: AL era gay. No armário, mas era. O que nos leva a refletir que ele não passaria a vida com mulher nenhuma. Nem podendo. Nem se o cabelo da dita fosse pintado de chartreuse (adoro essa cor). Ou ele passaria a vida tipo, defecando solenemente no chartreuse dela.

Segunda: AL não era um exemplo de boniteza. Pertencia àquele grupo de pessoas com as quais o Deus não gastou muito tempo aprimorando detalhes de design. O que tornava ainda mais insólita a sua fala "a mesmice da sua cara", pois a mesmice lhe caía, a ele, feito luva. Eso, además de todo lo demás.

Em todo caso vale a menção. Porque, hermanitos, o tédio grassa! E o meu tédio da vida é uma coisa colossal, rainforestical, sahariana, bessurda. Sinto-me ultimamente como se minha vida fosse a minha cama queen, no centro do universo, e tudo o mais girasse por aí, de maneira atabalhoada, randômica, estapafúrdica, cinema-catastrófica. E que, de um momento pra outro, um meteorito ou um pedaço de sucata espacial, ou um cocô de pombo gigantesco, pudesse cair na minha cabeça com total espalhafato e me deixar bem piorzinha do que já sou (okay, façam um esforço concentrado de imaginação).

Nada me atrai mais do que o tédio. Nada me parece mais honesto, mais natural, mais ecologicamente correto, do que aquela camada de sacalidade num arco baleno sobre a minha disposição, sobre as coisas, sobre os fatos, sem pote de ouro ao final powha nenhuma.

As pessoas me torram muito. De uma forma geral. No partica tem uma ou outra que se salva.

Enfim, isso dito, vamos à engraçadice do dia, mandanda pela nórdica de Campinas, a minha, a sua, a nossa Bia Clasen, única e inconfundível, neat or on the rocks! Olhaí, meus guri:

Valeu, Loura! Bjuxxx mixxx
Venha um dia pra Curita, pra gente entornar umas birita!

*Os Meninos: meus irmãos, quando pequenos, que eram mais criativos que todas as agências de publicidade premiadas do mundo. E muito mais originais e engraçados. Criaram até um dialeto, com dicionário e tudo. Ô família, viu? Do firinfinfim.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Um brinde

Bia Clasen, desde Campinas, manda bem essa imagem, com bons dizeres.
Valeuz, Louríssima.
Das veiz é isso mermo. Muitas par de veiz, ô inferno.

Um brinde aos nossos defeitos.
Porque as nossas qualidades, fdp nenhum reconhece.
huashuashuashuashuash

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Aimedeus, chega do Itamorto!

huashuashuash



Acabei de ver no Base 1, o blog do Jopz, esse lance

hila sobre o maluko que ligou pra Mattel pedindo um

casal de Barbie & Ken com genitália.

Como não foi atendido, ca-la-ro, o mala resolveu fazer

o acréscimo ele mesmo.

Leiam a história de como o Ken virou home.

Tosco mas, enfim, quantos não o são?