quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Sobre a velhice

Como vocês sabem, sou profundamente superficial e odeio velheira. O-di-e-i-o!!! Em mim e nos outros, não pensem. Vivo dizendo que o tempo acaba com tudo, destrói, arruina. É um cocô. Mas - graças! - sempre há as exceções, ainda bem! Thank God. Thank, thank, thank.

Taí a querida Paula Abdul, aos 20 e tantos e aos 50 e tantos. Que me dizeis?

Nesse caso, nada como a maturidade... e alguns milhares de dólares. Que up, hein? Reparem no naso. Na dentadura. No pichaim. Nos rocamboles a menos.

Só não digo essa é das minhas porque eu, aos 20 e tantos, era completamente bunitinha. Sorry, periferia. 

PS: gostaram do brinco na moça? Arte do meu teen, photoshopeiro e galhofeiro.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

La Sydor convida

Da ultracompetente e charmosésima Adriana Sydor, diretora das Rádios e-Paraná:



Oi,
Marcadíssimo nosso próximo encontro radiofônico em auditório.
Sábado, 26, às 4 horas da tarde, no Canal da Música.

Ah! O tema: Revivendo os Festivais.
Vai ser muito bacana: “Alegria, Alegria”, “Roda Viva”, “Pra Não Dizer que Não Falei das Flores” e por aí vai... Beijo e até sábado

Adriana Sydor
Direção de Rádio - AM/FM
e-Paraná



Blogger comedor


Ai, que ódio! Esse Blogger Zumbi fica comendo as minhas seguidoras! Os seguidores não, só asmina.
Olha lá na coleção: estão faltando três!

Às vezes elas reaparecem, mas na maior parte do tempo o Blogger fica comendo elas, sempre as recém chegadas.

O que a gente pode pensar disso?

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Thanks & Welcome


Fernanda Franzoni Zaguini,

desenhista industrial, roqueira,
violonista, compositora,
em breve musicoterapeuta.
A moça ao lado.
Fotografada em tee de onça
e ar sereno.
Que se apresenta, no blog Qualquer Bobagem,
ora onça, ora serena.
Beijo, Fer.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Bunitinhu

Acordei, levantei os braços, mexi o joelho, virei o pescoço...
Tudo fez “crec, croc”.
Conclusão: Não estou velho, estou crocante.

20.11 de 2011


Vinte do onze de vinte onze.
Ontem foi esse dia.
Mas eu não dei bola, nem vi.
Estava com muito o que fazer e pensar.

Só hoje eu reparei no dia que foi ontem.
Agora já foi, e não foi nada.

Números coincidentes, nada mais, interessante, nada mais.

Mas fez pensar.




Quantas coisas se perdem desse jeito. Quando você vê, já ontem.
Chaonte, como dizem nossos polacos.

Algumas coisas são um nada, como perder a data de ontem. Perplexidadezinha à toa.
Outras... Melhor nem falar. Perplexidades colossais, irremediáveis, definitivas.
Por exemplo, perder o bonde do destino.
Já viu esse filme?

Com um pé desse tamanho...

... se o gente boa dá uma pisada na dona,
já imaginou o estrago?

De gostosa a tia gorda lá se vão muitos carnalvais...

Ou, como diria Clóvis Bornay, impiedosa e vingativa : Sic transit gloria mundi.

Bicho bacana

domingo, 20 de novembro de 2011

Maestro Norton Morozowicz convida

O Norton (alguma bio aqui) era assim, nos meus tempos de colégio. Rapaz bonito, desencanado, brincalhão. Nada da pompa atual, que acompanha o título e a fama legitimamente conquistados pelo hoje senhor maestro, coisa que me inspira um certo temor reverencial. Fazia parte, então, do Ludus Tertius Trio, com Gebran Sabbag ao piano e Guarany Nogueira na bateria. Era, dessa forma, paralelamente aos seus estudos clássicos, um fazedor de jazz, pra delícia desta que vos tecla, jazzófila desde sempre.

Talentosíssimo, educadíssimo, polaquíssimo na seriedade com a arte. Nascido em família de artistas. Pai e irmã dedicados ao balé, mãe pianista, irmão Zbigniew Henrique, o notável Henrique de Curitiba (alguma bio aqui), dedicado à música (lembro que uma vez, ao cumprimentar Henrique de Curitiba, eu o chamei Zbigniew, ao que ele reagiu com surpresa e bom humor: "Nossa! Você sabe o meu nome? Ninguém me chama de Zbigniew!").

Norton, Maestro Norton, amigo querido, admirado, aplaudido. Estrela de primeiríssima grandeza entre os melhores artistas curitibocas. Não deixe de apreciar esse talento na 97.1 FM. Olha o convite:


Caros amigos:

Não sei se estão acompanhando o programa que estou fazendo na Rádio e-paraná 97.1 FM, Conversa com o Maestro Norton, todos os sábados às 20h00.

Já estamos no segundo mês de programação e ainda vai longe. É  uma retrospectiva dos meus 45 anos de carreira e mostro minhas gravações e  concertos ao vivo ao redor do mundo tocando e regendo as mais diversas orquestras.

No sábado 19 de novembro programa em homenagem à Francisco Mignone, com apresentação do Maracatú de Chico Rei e Festas das Igrejas, duas obras de orquestração monumental.

Um grande abraço,

Norton

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Happy Friday do Jopz. To all whom it may concern


Oie. Queria saber se você gosta de cor-de-rosa... Gosta, babe?

From Poa para o vasto mundo

Tudo é ponto de vista: em dias de puro anil, pára-raios rígidos de tédio espetam em vão o firmamento.


Fraga também é poesia. Concreta e metálica e gasosa.

Regras básicas de boa vizinhança


Um dia, no passado quase distante, acabava eu de deixar meu teen, então um pitchuco mais lindo da mamãe, na escola. Era uma bela manhã de primavera e eu, antes de arrancar com o carro, me detive por uns minutos a observar como era verde o meu vale gramado na frente da risonha, quando paga, instituição de ensino. O que achei bacana. Imaginei as pequenas criançoilas à saída, a saltitar quais cabritinhos inquietos, finalmente soltos no pasto.

Meus bucólicos pensamentos foram interrompidos pela horrenda, grotesca e, por que não dizer, asquerosa e indesejável imagem de um maldito púdol, levado pela guia por uma coisa desagradável do gênero mulher, que lhe permitia, naquele exato momento do meu devaneio pastoril, fazer o que o cara do muro acima pede que não se faça.

Nada falei, por trazer sempre comigo a inoxidável convicção de que certas criaturas vivem num nível mental/emocional way down the snake's asshole, que não lhes permite alcançar o significado de palavras, faladas, escritas ou vociferadas.

Apenas dirigi, à coisona que guiava a coisinha, meu olhar Number One, que passava a seguinte noção: você é igual ao que sai do ânus do seu maldito cão neste exato momento. Pra reforçar a ideia, eu olhava direto nos olhos da coisona e dali pro ânus da coisinha, que largava o fétido e revoltante dejeto.

Nada falei, reafirmo. Mas meu olhar deve ter sido assaz expressivo, pois a dona pirou total e desandou a vomitar atrocidades mis, dirigidas à minha sempre amável pessoa.

Comecei então a retirar meu carro dali (quando tive a exata noção da expressão "vamo puxá o carro"), e então mandei, com uma voz bem tranquila, como aprendi nas aulas de Medicina Legal a tratar os limítrofes:


"Você é uma nojenta, igual ao seu cachorro". 


Ou algo assim. Ou, vai ver nem falei isso. Ou foi pior que isso. Não lembro, não vou mentir. Mas se acontecesse hoje, eu falaria isso.


Well, tenham todos uma bela sexta-feira.
Façam uma répi Hauer, como dizia o pedreiro fulano.
Vão jantar fora com alguém agradável.
Vão à novena de São Judas Tadeu, patrono das causas impossíveis.
Eu pretendo fazer tudo isso. Não exatamente nessa ordem, ca-la-ro.

Agora vou tratar de um post pro Jopz, pra sua Happy Friday. Até logo.
Bjuxxx da San.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Mundo perdido

Moro no Centro Cívico. Um lugar que se pensa, no mínimo, cívico, civilizado, coisa do gênero. Ledo ivo engano. Isso aqui é tão bas-fond como qualquer lugar bas-fond do mundo. Hoje em dia é tudo bas-fond. Parece que não sobrou outra coisa. Esse mundo já estava pedido quando Vó Canda era mocinha.


Quisera morar numa penthouse assim. Só com quem eu quisesse. Maravilha!
Ou até podia ser com vizinhos com cachorros. Que eu atiraria, alegremente, lá de cima. Yay!


Tenho a felicidade de ter os seguintes vizinhos:

1 - alienados com malditos insuportáveis cachorros latidores, em 90% dos apartamentos;

2 - velha desgraçada, com púdol desgraçado histérico latidor, no prédio ao lado, enorme janela da sala, onde a velha desgraçada deixa o púdol desgraçado a latir, dando pra minha enorme janela da sala, em sensurround;

3 - pobre rapaz com problemas mentais, altercando diuturnamente com mãe com mais problemas mentais que ele, a qual vocifera o tempo todo de um modo agônico, deixando a impressão que está na iminência de acabar de vez com a cria mal sucedida, desferindo-lhe cadeirada fatal e redentora nas fuças;

4 - moçoilas alegres que chegam embaladas da balada, equilibrando alto teor etílico sobre altos saltos desgovernados, sempre esquecendo o código de entrada, em virtude do que interfonam, aos altos brados retumbantes, pra que algum desgraçado lhes abra o portão;

5 - rapazes bem dispostos, que aproveitam as viagens dos velhos pra trazer ao apê moçoilas alegres e embaladas, que liberam às cinco da manhã, com alto teor etílico e altos saltos desgovernados, além de muitas gargalhadas e palavras não recomendáveis em ambiente familiar, sobre o rendez-vous;

6 - cidadãos risonhos, pacatos e folgados, que interfonam pra você lá pelas tantas, pra alegremente anunciar que o filho chegou da pqp, e vai parar carro na sua vaga na garagem, que no momento é a única livre, mas que assim que você precisar dela de volta, é só interfonar que ele retira o carro de lá, certo?

7 - bruaca mal amada horrorosa e solitária, que te vira a cara sem quê nem porquê, e passa os dias inúteis da vida a bolar um modo de te azucrinar com coisas absurdas, que nunca servem pra nada, a não ser te azucrinar;

8 - casal de velhos no apê de cima, que passa todos os feriados e fins de semana pajeando tropa de netinhos corredores, puladores e gritadores, cujo passatempo principal é rolar alguma coisa pelo chão, cujo som sugere uma bola de canhão, para o gáudio dos avós babões, surdos e despreocupados com o direito ao sossego do vizinho de baixo;

9 - mulher chorona e atormentada, cujo marido, ao que parece, tem uma amante, e que dá notícia disso volta e meia, gritando para o dito: "desgraçado! tem uma amante, é? pois todo mundo vai saber disso agora!" E o mundo fica, dessa forma, sabendo;

10 - cornudo de meia idade que, munido de uma tosse severa e um pileque idem, resolveu passear hoje de madrugada pelos jardins do prédio, a maldizer, sob a garoa, sua triste sina. E - obviamente - a tossir feito louco.


Isso sem mencionar a plêiade de peões falastrões, gritalhões, breganejões, que estrelam obras perpétuas, por vezes, inúteis. Como a rampa para cadeirante, construída num ângulo empinado de 45 graus, que depois de pronta, mostrando-se impraticável, foi "consertada" para uns 30 graus! Rampa que, aliás, leva a um saguão de apês só acessíveis por escadas... Devia-se agora construir no saguão um parlatório, pra justificar a rampa. Isso se algum herói conseguir vencer a mesma, empurrando um cadeirante, magrinho que seja. Ah, e sem toldo ou coisa que o valha. Imagine com chuva, o ato de bravura.


Que tal? Mundo de imbecis!

Depois sou eu que não tenho paciência com os outros, sou eu a Nervosa...
É ou não é?

Thanks & Welcome

A mais nova seguidora do Nervs é Astrid Richter, que manda o seu recado no blog Pingando na Praça.
Bicicleteira como o Jopz, apreciadora de ipês como o Nêgo Pessôa, pessoa bem bacana. Confere lá.

Aos treze anos tive uma vizinha chamada Astrid, alemoinha bem linda e fechadona. Adorei o nome.
Abracao, Astrid.

Com vocês, o meu amigo Roberto Prado!


Beco Prado. Verdadeira enciclopédia - e parte dela - sobre artistas paranaenses.
E aê, Bekaum? Quando sai aquele nosso cafezório na casa nova? ;]

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Frozô trend. Ou, pra que rodeios?

http://2.bp.blogspot.com/-p0z0HDot51U/TbYrs1Au0XI/AAAAAAAAABo/5NBt7qzxhmA/s320/7106467_fZt0Q.jpg

http://img.terra.com.br/i/2007/08/30/585482-1533-ga.jpg


Doc Cyrus manda essa sobre calças caindo, assunto nunca assaz comentado.

Que a  tendência surgiu entre os presos, receptivos a relações homossexuais. Mandavam o recado deixando o receptivo em evidência.

Faz sentido? Sempre achei.


Vai lá, bunito. Usa também.
Já dizia Vó Canda: o que é da moda não incomoda.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Era isso o que eu queria dizer

 Fraga


Tudo vai dar certo. Mas não aqui, não agora, não pra nós.


O Fraga é uma coisa muito absurda! Veja aqui com seus póprio zolhos.